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Flamengo Hexa é o filme do ano
Minhas sinceras reverências ao Gustavo, no mínimo um gênio pelo que fez. O retrato mais belíssimo do que foi essa conquista e do que é ser Flamengo. Assista em HD, tela cheia, por favor.
O filme do ano. Simples assim.
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A trajetória do hexa rubro-negro
O vídeo acima, magistralmente editado, mostra em detalhes a cronologia dos 8 meses de campeonato, a conquista do título e diversos acontecimentos importantes. Essencial. Fazendo uma organização de prima:
- Campanha irregular no primeiro turno.
- Adriano reestreia e marca contra o Atlético/PR no Maraca.
- 7 rodada: vitória sob o Internacional por 4 x 0 em casa com 3 do Imperador.
- Ibson retorna para o futebol russo.
- Petkovic chega desacreditado e ridicularizado por comissão técnica, diretoria e imprensa.
- Cuca cai na 13 rodada, empate com o Barueri em casa.
- Emerson é vendido.
- Andrade assume como interino, estreia no 1000 jogo do Flamengo em campeonatos brasileiros e vence o Santos pela primeira vez na Vila.
- Kléberson se machuca gravemente jogando pelo Brasil, está fora do Brasileirão.
- Rodada 21: fundo do poço. 3 derrotas seguidas, time atinge 14 posição. Ameaça de “rebaixamento” é levantada na mídia.
- Álvaro e Maldonado chegam para arrumar a defesa.
- 22 rodada: vitória por 3 x 0 contra o Santo André. Início da reação.
- 29 rodada: vitória sob o São Paulo por 2 x 1 em casa.
- 30 rodada: vitória por 2 x 0 contra o Palmeiras (até então líder), fora de casa.
- 31 rodada (25 de outubro): Fla vence o clássico contra o Botafogo, completa 10 jogos sem perder e entra na briga pelo título.
- 34 rodada: vitória sob o Atlético MG por 3×1 no Mineirão.
- Maldonado lesiona gravemente jogando pelo Chile a 3 rodadas do fim.
- Últimos 7 jogos: 5 vitórias, 1 derrota e 1 empate.
A consagração e o hexa com a vitória sob o Grêmio no Maracanã.
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Flamengo Hexacampeão Brasileiro de Futebol

Tinha que ser sofrido. Na raça. Na bola. Flamengo venceu seu sexto título brasileiro com postura de campeão pelo menos desde o segundo turno. Quando Álvaro e Maldonado chegaram, acertaram a defesa, até então muito vazada (terminou como a segunda melhor) e Andrade assumiu o time. 10 jogos consecutivos sem derrota e apenas 3 derrotas no segundo turno (em 19 jogos), somente uma depois da, digamos, reestruturação. Venceu São Paulo, Atlético Mineiro em casa e fora, Internacional, Palmeiras fora. Os clássicos. Foi o time com maior número de pontos entre confrontos com os chamados “grandes”. 40 dos 67 pontos foram contra adversários fortes. Muito mais que qualquer outra equipe.
Andrade merece um parágrafo a parte. Um dos maiores ídolos, um dos maiores ícones da história do clube, sofreu pela timidez, a humildade, até ser finalmente (e a contragosto) reconhecido. Cuca, desagregador, instável, sem o mínimo de confiança, foi embora e deixou a oportunidade para quem estava sedento trabalhar. Andrade, sem 1% da marra, das desculpas, do estrelismo de boa parte dos técnicos badalados e mercenários desse país, deu a estabilidade que o time merecia. A conversa no pé do ouvido. O respeito dos jogadores. O conhecimento de futebol. A vivência extrema dentro do clube. O primeiro técnico negro campeão brasileiro. O esportista, dentre todos, com maior número de títulos, aliás: 6. Ele e Silas só não instauram um novo padrão de técnicos no Brasil porque não há tanta gente boa por aí. Mas as coisas começam a mudar (talvez).
A base do Flamengo está montada há três anos. Desde 2007 o time vem chegando na ponta do Brasileiro e manteve jogadores daquela safra: Bruno, Ronaldo Angelim, Juan, Léo Moura, Toró. Willians, contratado sem pompa, foi o carrapato da defesa, o maior roubador de bolas, o mestre de obras do meio campo. Andrade recuperou a confiança e o futebol de Zé Roberto que, segundo o próprio, já contava os dias para deixar a Gávea, só pensava na próxima temporada e até foi empurrado pela diretoria para outros times durante o campeonato (Cruzeiro, Palmeiras). Transações felizmente fracassadas.
Adriano, imperador, fez jus ao talento, ao nível muito acima da média e cravou a artilharia sem muita dificuldade. Um autêntico pivô que mesmo quando não marcava era fundamental. O desacreditado Petkovic, que veio para saldar dívida, começou a jogar de verdade, no clube onde é ídolo, onde se sente bem, após ser maltratado em outras praças: Atlético/MG, Santos, etc. Liderança dentro e fora do campo, cobranças precisas, atuações memoráveis. O craque do campeonato. Quem diria. Bruno encontrou estabilidade, fez defesas mágicas, pegou penaltis fundamentais em jogos decisivos. Poder de decisão, encarar os clássicos e momentos chave com seriedade, vontade, tesão, bola no pé.
Torcedores de times rivais que realmente gostam de futebol não cansaram de exaltar que o único time que merecia ganhar o campeonato era realmente o Flamengo. Colorados, tricolores, atleticanos e por aí afora. Superando a rivalidade, a raiva, a inveja, os ânimos exaltados, o Flamengo foi o time que mais encantou, vibrou, conquistou, fez por merecer.
O hexa é o título tão sonhado, tão desejado há anos (17) por sua torcida. A carência, imensa, chega ao fim. Recoloca o clube no lugar onde sempre esteve e deve estar. A esperança é que isso leve à criação de infra estrutura e um projeto profissional para o futebol. Dá orgulho ter acompanhado todos os jogos desse campeonato, todas as fases, torcer para um clube capaz de fazer o que fez. De fazer parte da torcida mais maravilhosa do mundo. No Maraca e em todo lugar do planeta, no futebol, no basquete, ter um grupo de torcedores do Flamengo reunido, por menor que seja, é um pequeno exemplo do quanto essa torcida é diferenciada, apaixonada, vibrante.
Obrigado a todos que fizeram parte da campanha. O orgulho eterno de ser rubro-negro fala alto. A quem não sabe o que é isto só resta o recalque, a inveja. A resposta, sempre, é dada no campo. Vamos comemorar o título mais que merecido. Festa na favela. O Brasil pára de forma única, como não párava há tempos. Só um time é capaz de causar isto com tamanha magnitude. Finalmente, venceu o melhor.
UMA VEZ FLAMENGO, SEMPRE FLAMENGO
HEXACAMPEÃO BRASILEIRO DE FUTEBOL
1980, 1982, 1983, 1987, 1992, 2009
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Pra torcida do Sport e pro eterno chororô (dos adversários) sobre o “penta”

Essa pra quem adora discutir, sem saber p * nenhuma, a eterna questão do campeonato brasileiro de 87, vencido pelo Flamengo. No post anterior aqui no blog, do ano passado, explicando a querela, a torcidinha do minúsculo leão esturricado do norte, adora comentar baboseira.
O colega Rica Perrone detonou, brilhantemente, de uma vez por todas, essa história. Completinha aqui. Sem mais.
SRN.

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Previsões para as últimas rodadas do Brasileirão
Sem maiores comentários, acredito que o título ficará entre Flamengo e São Paulo. Para isso, no entanto, o Flamengo terá que vencer os 4 jogos restantes. Qualquer empate ou derrota quase entrega o tetra nas mãos do tricolor paulista, considerando que o SPFC empata os dois jogos fora: contra Botafogo e Goiás.
Fiz as previsões levando em conta resultados possíveis, nada além da curva. Não me preocupei também com o placar exato, apenas o que eu acredito que pode acontecer em cada jogo: vitória, empate ou derrota.
Acreditando no Flamengo, deu Fla campeão, SPFC sem segundo, Atlético e Palmeiras na Libertadores, e…Botafogo e Fluminense escapando do rebaixamento! O que seria o melhor fim de ano possível para o futebol carioca. Veremos.




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Dá pra ter pena do Fluminense?

Não, não dá. Empatar com o vice-lanterna do acachapante campeonato peruano nem parece muito. E daí que o time é formado por criadores de lhamas? Profissionalismo é uma piada, baby. 11 jogos sem vitória e o ticket vitalício para a série B.
No início do ano, muitos nomes da imprensa esportiva apostavam alto no Flu. Que era uma vergonha “um esquadrão daqueles” não chegar nem na final do Carioca. Vejamos o escrete arco-íris do último jogo:
Rafael, Mariano, Gum, Luiz Alberto e João Paulo (Alan); Diguinho, Maurício (Ruy), Conca e Marquinho; Kieza e Adeílson (Roni).
Fred (quem?) deve estar morrendo de saudade da vidinha aristocrática em Lyon, sem tiroteio na rua, rojão no treino, cobrança fungando no cangote. Se bem que foi despachado de lá…
O problema do Fluminense é o mesmo de todos os times cariocas: amadorismo absurdo. A pura e simples escrotidão. Exemplos bisonhos não faltam. Qualquer um percebe que enquanto o futebol carioca não tomar vergonha, é bem fácil para o São Paulo continuar empilhando títulos brasileiros. Daqui a pouco a sala de troféus vira um shopping. É justo? É.
Em terra de analfabetos quem tem cérebro vira rei.
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Flamengo é bicampeão brasileiro de basquete!

Foto: Uol Esporte
Foi uma temporada dura e vitoriosa. Campeão da Liga Sul Americana, o time do Flamengo fez campanha quase impecável no NBB: foram 39 jogos, com 35 vitórias e apenas 4 derrotas. Aproveitamento superior a 90%. O playoff final, contra o Brasília, disputadíssimo, foi uma final digna das duas melhores equipes do basquete brasileiro nos últimos anos, vencedoras de quase tudo que participaram.
Fui à uma partida da fase de classificação no ginásio Nilson Nelson em Brasília (absolutamente lotado), quando o Flamengo venceu por 100 a 92. Inesquecível. O NBB volta a colocar o basquete nacional onde ele deve estar. E esta equipe do Flamengo definitivamente entra para a história. Parabéns aos campeões!
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Fim do NBB marca a reconstrução do basquete brasileiro


