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Lords Of Dogtown

Os Reis de Dogtown – Catherine Hardwicke – 2005 – ***1/2

História real de Stacy Peralta, Tony Alva e Jay Adams, os três principais nomes dos Z-Boys, equipe de skate que revolucionou o esporte e definiu as bases para o que é hoje. Bem filmado, fugindo do esquema “puramente ação” que se poderia esperar. Heath Ledger prova que, mesmo num papel menor, é um dos maiores atores da sua geração, extremamente talentoso e convincente. Melhor que o esperado.

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Superbad

Superbad – 2007 – Greg Mottola – ***

Dentre os inúmeros filmes para adolescentes já feitos, Superbad consegue ficar um degrau acima da mediocridade. O trio principal funciona e os dois policiais talvez sejam o melhor da película. Vale um aluguel descompromissado.

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Mandando Bala

Shoot Em Up – 2007 – Michael Davis – *

Eu já esperava que “Mandando Bala” fosse ruim. Mesmo considerando isso, o filme conseguiu atingir um nível de “ridicularidade” surpreendente. Fake ao extremo, forçadíssimo e patético em alguns momentos, lembra um videogame, fazendo alusão ao seu título, do gênero “beat em’ up”, onde você percorria cenários com o único objetivo de destruir as dezenas de inimigos que surgiam na tela ao mesmo tempo (Streets Of Rage, etc).

Quiseram fazer um filme de ação…mas produziram uma comédia.

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Waking Life

Waking Life – 2001 – Richard Linklater – *****

Waking Life, filosófico por excelência, é um estudo de Linklater sobre questões essenciais da vida humana reunida em esquetes direta ou indiretamente interligadas que funcionam perfeitamente bem na proposta de questionar e convidar o espectador à reflexão na sua “linearidade não-linear”. Excelente.

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Batman – The Dark Knight

Batman – O Cavaleiro Das Trevas – 2008 – Christopher Nolan – ******

Acredite no hype. Batman – The Dark Knight é a obra prima definitiva do homem-morcego, estando há anos luz de distância de todos os anteriores da série.

Finalmente uma obra tensa, adulta, completa e provocativa à altura do personagem e seu universo. Ledger, sim, está um demônio, numa atuação que não seria nenhum exagero consagrar com o Oscar. As cenas de ação funcionam, os diálogos estão soberbos e questões de diversas naturezas estouram a todo momento sem soar forçado ou pseudo-intelectual.

Irretocável. A caminho de se tornar o filme de maior bilheteria de todos os tempos, o que é difícil. Merece. É fechado e completo em si mesmo mas deixa um caminho nítido para continuações: depois desse, há que se tomar muito cuidado com o que produzir. Na verdade, não é necessário. The Dark Knight é o Batman definitivo.

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Punch Drunk Love

Punch-Drunk Love – 2002 – Paul Thomas Anderson – **

Filme pretensioso de PTA, afundando em suas sugestões de dramas psicológicos e “caminhos alternativos” para algo que é visto como uma “subversão da comédia romântica”, mas não é nada disso. Somente um filme com algumas boas idéias mal-trabalhadas, roteiro preguiçoso, salvo do desastre completo por parcas cenas realmente boas – como a que deu origem ao cartaz – e a boa atuação de Adam Sandler.

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