Desde sempre a especulação no futebol (e fora dele) é um dos maiores esportes nacionais. A usina de boatos comandada por “empresários”, agentes, imprensa e etc é prolífica. O Flamengo, por ser o maior clube do país, de maior torcida, que gera grande parte do interesse (e por sua esculhambação endêmica) acaba sendo o melhor exemplo disso.

Toda “janela” de transferência é a mesma coisa. Só nas últimas duas semanas, foram especulados na Gávea (tentarei não esquecer ninguém): Kléber, Correa, Riquelme, Paletta, Montillo, Emerson, Valdívia, Réver, Thiago Humberto, Renato Abreu, Felipe, Rafael Sóbis, Ronaldinho Gaúcho, Jóbson, e de técnicos Felipão e PC Gusmão. Mais que um time inteiro. Quanto disso é verdade, quanto é sondagens passadas, superficiais ou inexistentes, quanto de balão de ensaio de empresário jogando com a mídia, etc, só sabemos sempre depois que as coisas terminam.

O clima de especulação na Gávea é tão extremo que atingimos o ápice: Patrícia Amorim “cogitada” para ser vice na chapa de José Serra na corrida presidencial. Falta agora Hélio Ferraz ser ventilado para substituir o Papa Bento XVI. Chegaremos lá.

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